22 dezembro 2006

A falta que ele me faz_ou_Não dá pra botar um pivô?

Estou muito emocionada com o último depoimento da minha prima M., que após meses de um tratamento de canal frustrado de um dos molares, acabou tendo que arrancá-lo.
Um mês depois do acontecido ela me narra o episódio trágico:
_Foi muito triste, cara. Eu me senti como alguém que perdeu um dedo.
_Mas nem dá pra ver! É lá atrás. Você pode sorrir à vontade!
Ela levantou a sobrancelha, com ar de deboche:
_Aé? E se eu resolver dar uma gargalhada?

Exercício de imaginação: O que ela sentiria se tivesse perdido um dos incisivos?

18 dezembro 2006

De peito aberto

Meu tio estava na praia quando passou uma moça fazendo topless. Ele não se fez de rogado e deu uma boa olhada no material da moça.
A tal moça, indignada, o encarou:
_O que foi? Nunca viu, não?
Ele, prontamente:
_Os seus, não. Aliás, parabéns! Muito bonitos.

Tá mostrando e não quer que olhem?!

12 dezembro 2006

Mijona! Mijona!

Eu tenho um problema sério. Eu urino muito. Demais. A tal ponto, que eu já achei que tinha algum problema de saúde (diabetes, tuberculose renal, sei lá) e me submeti a vários exames. Mas não deu nada, não. Sou só mijona mesmo.
Essa peculiaridade orgânica me força a tomar algumas medidas no meu dia a dia. Por exemplo: sempre pego corredor (tanto no ônibus quanto no avião) porque sei que é um saco ficar incomodando os outros, sempre vou ao banheiro antes de entrar na sala de cinema, mas mesmo assim fico na ponta (porque raramente aguento até o final de um filme) e se der vou de saia (facilita horrores o trabalho).
Mesmo assim o pessoal brinca. Dizem que grávida eu vou ter que andar de fralda.
Esse assunto todo é porque eu estava conversando com um senhorzinho que tinha ido fazer exame de próstata:
_O senhor vai tomar 5 copos de água, mas pode urinar quantas vezes quiser.
_Aaaaaaaaaah. Graças a Deus. Porque você sabe ne, minha filha: depois de certa idade eu não tenho mais conseguido fazer uma viagem de 3h sem ir ao banheiro.
_Sério? Eu não consigo fazer nem a ponte Rio São Paulo!

11 dezembro 2006

Vida dura de trabalhador...

Como a Ana Paula já disse no blog dela, ir ao banheiro no trabalho é uma missão difícil e espinhosa. No meu trabalho, por exemplo, eu não passo pelo constrangimento de ter que usar um banheiro que tem várias privadas e que as pessoas ficam especulando se você está fazendo "um" ou "dois".
Mas tem algo realmente pavoroso: o papel higiênico!
Ele é realmente uma maravilha...daqueles cinza e áspero.
Se houvesse um slogan, seria: "Papel higiênico. Limpa e Esfolia!".

23 novembro 2006

Eu mereço...

_Agora a senhora vai para a sala 405, passa no banheiro para urinar e me aguarda.
_É para aguardar no banheiro?
_Isso. Sentada na privada de preferência. Nós agora estamos fazendo exmes lá por falta de espaço.
As duas primeiras frases são absolutamente reais.A última eu pensei mas não disse. Respondi Apenas:
_Não. A senhora aguarda na sala 405. O banheiro é só para a senhora urinar.

21 novembro 2006

Escrever é difícil, mesmo...

Ele disse que tentou por inúmeras vezes escrever algo para Ela.
Ele diz isso porque não sabe quantas vezes Ela digitou a primeira frase de um post, somente para deletar alguns segundos depois.
Ele também não sabe quantos posts Ela escreveu e publicou para Ele, mas sem estar realmente satisfeita. Sabe quando você acha que ainda não conseguiu passar com exatidão o que você quer?
Porque quando você diz "grande", você quer dizer "graaaaaaaaaaaaaaaaaaande". E quando escreve "amor" não é assim um amor qualquer, banal...desses que você encontra em qualquer casal adolescente ou novela da TV. Não, não e não. É AMOR maiúsculo. Daqueles pelo qual você vê gente passar a vida inteira sem saber o que é (esses nem devem tentar entender do que falo, porque não tem como entender se não sentiu).
Acho que mais uma vez Ela não conseguiu dizer a Ele o que sente.
Mas para que palavras se o abraço e o beijo trocado a cada reencontro já diz tudo?
Acho que Ele terá que se contentar com o amor que transborda nos olhos Dela quando o vê...

16 novembro 2006

A mil

_ Dra, o paciente está liberado ou você quer mais alguma imgem?
A tecnica me perguntou ao telefone. Eu abri a imagem do paciente no meu computador e me lembrei que o tecnico novo tinha que ver este tipo de exame:
_Gi, o Carlos está aí com você? Ele está vendo você fazer o exame?
_Está.. Está, sim.
_Ótimo. Pode pedir para ele urinar e faz a bacia posterior.
_AHN???????
_Do paciente. Não do Carlos.
Isso que dá a gente fazer mil coisas ao mesmo tempo. Ninguém consegue acompanhar nosso raciocínio. Às vezes nem a gente mesmo.

14 novembro 2006

Momentos de emoção

Eu ainda não contei a vocês, mas eu moro onde Judas perdeu as meias. É, as meias. Porque as botas ele perdeu uns 15 km antes.
E onde eu moro não existe nenhum tipo de banda larga: rádio, velox (telefone), virtua (net)...nada. Aliás, não EXISTIA. Porque, gente...a exclusão digital acabou!
Ontem fomos na padaria e vimos o pessoal da virtua, com um cartaz enorme dizendo exatamente isso: A EXCLUSÃO DIGITAL ACABOU!
Foi lindo demais, gente. As pessoas faziam fila, se abraçavam...foi quase tão emocionante quanto a queda do muro de Berlim. Era uma aglomeração igual a das diretas. Pessoas choravam emocionadas e abraçavam os técnicos da net...aalguns tiravam fotos ao lado do cartaz. Emoção pura!
Acho que agora estarei finalmente liberta das amarras da internet discada. Dia 23 eu conto a vocês!

07 novembro 2006

Preocupada com a saúde

Resolvi maneirar na coca light e tomar algo mais saudável.
Tomei um litro de suco tang de laranja...até a cor é natural (amarelo fluorescente).
Delííícia!

01 novembro 2006

Ai, que gostoso!

Minha prima hoje pegou carona comigo para o trabalho e eu vim tentando fazer a cabeça dela para entrar em uma academia de ginástica comigo.
Porque eu ODEIO ginástica, mas eu olho os pneus ao meu redor e eles estão no lugar errado, eu acho. ELES NÃO ME PERTENCEM!
Imagino que com companhia eu pelo menos me sinta na "obrigação" de ir a bendita academia.
_Vai ser bom. Lá é bom, eu juro _ Falo tentando convencer a ela e a mim mesma.
_Mas quais as modalidades de ginástica que tem lá?
_Jump, alongamento, step e GAP.
_GAP? Que diabos é GAP?
_Gluteo, Abdome e PELVE_ falo sem pensar, não respeitando a distância entre a língua e o cérebro.
_PELVE?!
_Não...não...perna. PERNA! Exercício de pelve é coisa para pompoarista.
Mas aí o estrago está feito. Até já posso imaginar a turma toda fazendo uma sequencia de abdominais e a professora emenda no exercicio seguinte. Todas as alunas deitadas de costas e uma mulher passando no meio e gritando:
_Contrai o ânus e perííííneo. Relaaaaaaaaaaaaxa. Contraaaaaai. Relaaaaaaaaaaaxa.
Num cantinho, duas alunas treinam como segurar uma banana com a periquita, enquanto outra tenta atirar uma bolinha de pingue pongue a distância.
Uma outra contrai mais forte e goza perto da janela.
Ai meus sais...

30 outubro 2006

Testando as asinhas

Tempos estranhos estes...
Com meu pai internado há um mês e toda essa incerteza de como vão ficar as coisas, a vida de todo mundo lá de casa parece que está meio em suspenso.
Por mais que tentemos levar as coisas na normalidade, tudo está de pernas para o ar. Nós todos trabalhamos e vamos ao hospital diariamente, mas as coisas evoluem lentamente e de uma maneira difícil: são dois passos para a frente e um para trás.
Agora vivemos em uma casa habitada somente por mulheres (eu, minha mãe, minha irmã, minha avó, minha prima M. e sua filha e minha tia), o que nos traz algum contratempos, como o dia em que a bomba de água não queria desativar e nenhuma de nós sabia tirar o ar (pois sempre foi meu pai quem fez isso).
Apesar de estar unida mais do que nunca a minha família, fico pensando se não é hora de testar minhas próprias asas e ir morar sozinha...É uma coisa que sempre quis, mas ficava adiando, adiando...talvez esperando o príncipe encantado que viria me levar em sua carruagem dourada para a terra do "felizes para sempre".
Tudo isso que vem acontecendo me mostrou que adiar muito os nossos planos não parece uma boa coisa.
É isso.
Ainda pensando...(e olhando os classificados).

25 outubro 2006

Pagando mico no hospital

O Quinta D'Or, onde meu pai está internado, é um excelente hospital. E o que me deixou bastante feliz foi encontrar um médico conhecido (que estudou ou trabalhou na UERJ, onde me formei) a cada corredor.
É uma festa! V´rios e vários rostos conhecidos: ex-residentes, ex-colegas de turma, ex-professores...
Eu já viro preparada. Numa dessas cruzei com um rosto familiar.
_Eu conheço você...
Parei e fiz uma expressão de reconhecimento.A moça sorriu na minha direção e eu pensei: PIMBA! É da UERJ.
_Você era médica da UERJ?
Ela balançou negativamente a cabeça:
_Não, você deve estar me confundindo...
Encucada, olhei o adesivo na roupa dela e estava lá: Claudia Mauro.
A atriz da Globo, gente! E eu confundindo a mulher com uma médica! No mínimo ela deu um sorriso simpático achando que eu ia pedir um autógrafo...
Segundo Hades, ela saiu dali e correu para o banheiro para tentar suicídio (prendeu a respiração por 20 segundos)...

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O blog anda meio largadinho porque meu pai piorou. Ele ainda está no CTI, só que agora está com uma meningite e hipertensão intracraniana.
Continuo rezando.

19 outubro 2006

Seria cômico...se não fosse trágico

O papo era sobre acidentes que fazem as pessoas mudarem suas vidas e reverem seus valores.
Aí minha prima M. contou sobre uma amiga de 16 anos que era superdoidona:
_ Ah, gente, ela tinha só 16 mas cheirava, tomava ácido e tudo que fizesse ficar doidona. Aí ela viajou com os amigos e foi no colo de uma amiga no banco da frente. Teve um acidente terríível e todos morreram menos ela. Só que ela teve fraturas no rosto e em todos os membros e não apagou em momento algum! Foram hooooooooooooooras de resgate e ela lá: acordadona.
Impressionada com o relato, comentei:
_Nossa! Ela deve teer mudado realmente de vida! Ela largou as drogas?
Minha prima, com ar grave:
_Mudou mesmo. Largou...claro que largou.
Eu assenti, comovida, e ela completou, séria:
_Agora ela só fuma maconha.
AAAaaaaaaaaaah tá. Então tá bom.

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Queria agradecer a todos que estão rezando e fazendo pensamento positivo para o meu pai. Ele passou por duas neurocirurgias delicadas, ainda está em coma induzido, mas está estabilizando. A cada dia, parece haver uma melhora pequenina.

Deus abençoe a todos e muito obrigada.

08 outubro 2006

Ajuda

Meu pai sofreu um acidente grave, teve um trauma craniano com hemorragia cerebral e está no CTI.
Meu pai é um homem forte e que sempre admirei demais, demais...um guerreiro.
Mas, agora, mesmo sendo médica (ou até por causa disso) eu estou perdida.
Minha fé nunca foi muito forte e neste momento, infelizmente, a única coisa que eu posso fazer é rezar.
Queria pedir a quem estiver lendo este post, que dedique uma oração a ele.
O nome dele é Glauco José de Magalhães Gomes.
Agradeço a quem puder orar.

06 outubro 2006

Divagações sobre o trânsito_ou_Caralho, motorista, o sinal tá vermelhooooooooo!

Não sei como anda o trãnsito na cidade de vocês, mas aqui no Rio está uma loucura, ultimamente.
E não só pelo excesso de carros, mas também pelo excesso de ônibus, táxis, vans e o pior de tudo: pelas malditas kombis.
As kombis são como aquela música do Djavan que diz "Tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha". Se desgosto de filha engorda eu não sei, mas as kombis engordam e matam pelo stress e ansiedade que você é obrigado a passar dentro delas (não vou chamar de veículo porque seria elogio)...
É tanto stress que você se empanturra de comida tentando desviar a atenção das barbaridades que os loucos dos motoristas fazem.
Quanto à morte, ela pode ocorrer de três formas bem distintas: ou você morre de susto quando o motorista aciona aquela buzina multifuncional (que tem som de porco, cavalo, chama a moça da calçada de gostosa ou outra barbaridade qualquer), enfartado ao ver alguma das milhares de barbeiragens que eles cometem por hora ou ainda em algum acidente provocado pela imperícia e imprudência dos condutores.
E as kombis devem se reproduzir por partenogênese...porque a cada dia parece que elas dobraram de número! Impressionante.

Outro dia eu ia para o aeroporto e, na falta de um ônibus, peguei uma kombi (táxi é coisa para milionário hoje em dia). Eu era a única passageira. Assim que entrei, o cobrador (que tinha cabelos fortemente oxigenaados, colar prateado da grossura de um polegar e era uma mistura do cantor Latino com o bonde do Tigrão) colou seu rosto no meu e sussurrou com voz pretensamente sexy:
_Terminal 1 ou 2, gata?
Eu, completamente acuada, com a voz sumida de tensão, respondi:
_um...........
Mas deu tudo certo e eu cheguei bem nesse dia.

Hoje eu vinha para o trabalho e vi uma kombi passando, com um papel enooooooorme colado nos vidros laterais, traseiros e na frente: NÃO È LOTADA!
A que ponto chegamos......

05 outubro 2006

É de família_ou_Aterrorizando as velhinhas no 910

Minha irmã passou por uma situação ainda pior do que minha atuação como a exibicionista de congonhas...
Ela estava vindo para casa da faculdade, pois entrou de férias ontem e vinha para casa cheia de alegria e expectativa.
Antes de sair do alojamento, contou para o amigo que estava vindo e ele, abnegadamente, resolveu fazer uma doação:
_Olha I., eu vou ficar por aqui mesmo. Então vou te dar uma coisa que ganhei e talvez você precise nas férias lá no Rio...
E sacou vários envelopes de Jontex. Pra mais de trinta...
Ela agradeceu o presente, guardou na bolsa e pegou o ônibus para casa. Na hora de passar na roleta, foi procurar o dinheiro na bolsa e...tcharan!
Óóóóóóbvio que começaram a voar camisinhas por todos os lados do chão do coletivo.
Muitos olhos arregalados, senhorinhas se benzendo e homens safados mordendo os lábios, enquanto a criatura tentava reunir seu presente na "bolsa de Pandora". Pronto: agora eu sou a tarada de Congonhas e ela é a tarada do 910.
Acho que ser a tarada de Congonhas é mais estiloso...mas o fato é que esse tipo de mico deve ser genético. Só pode ser...

04 outubro 2006

Dissecando antigos clichês

Eu estava lendo a Veja da semana passada e um dos escritores de uma série que eu adoro (Sex and the city) estava dando uma entrevista.
Ele falava sobre as diferenças entre homens e mulheres e repetia um clichê que até hoje me intriga:
Se você quer que um homem te leve a sério, não deve transar com ele na primeira noite e nem mostrar que está muito interessada. Tem que fazer um certo mistério.

Se for depender de seguir este conselho e ser misteriosa e fatal como Jessica Rabbit, acho que vou morrer solteirona.
Porque, não sei o que vocês pensam em relação a isto, mas eu sempre achei que o mais bacana num relacionamento, o que o faz ser recompensador...é justamente a espontaneidade!

É você se mostrar exatamente como é, rir dos seus erros e defeitos, zoar os do seu companheiro e, principalmente: ter intimidade e cumplicidade!
Como isto é possível se você passar a maior parte do tempo sendo misteriosa e fingindo não ter um interesse que você na realidade tem?

03 outubro 2006

E a tarada de Congonhas ataca mais uma vez

Eu confesso que não sou a mais puritana das moças, mas no domingo eu fiquei um pouco...er...desconcertada. Depois de ter conseguido sair ilesa do episódio envolvendo as algemas, acabei passando vergonha em Congonhas.
Estava na fila do embarque em uma despedida cinematográfica com meu Hades, quando me virei para entrar e vi Hades arremessando seu casaco ao chão e voando mais longe que goleiro em final de copa do mundo.
Muda e sem entender nada, vi ele se aproximar de mim com o casaco embolado e cochicar no meu ouvido:
_ Achei que você só mostrava suas calcinhas para mim, amor...
Isso mesmo. Minha mala tinha aberto e uma calcinha preta de renda tinha caído em pleno saguão do aeoporto.
Ai, minha Nossa Senhora das Calcinhas Rendadas, proteja-me dos micos, por favor!

29 setembro 2006

Educação é bom e eu gosto.

Hoje eu vinha andando na calçada em linha reta, quando uma velha resolveu atravessar. Ela saiu da extremidade interna da calçada e saiu empurrando todo mundo até chegar ao meio fio.
Fiquei absolutamente indignada. Tem gente que pensa que só porque é da melhor idade (agora é politicamente incorreto falar terceira idade), têm o direito de ser rude e ignorante.
Aê, velharia, boa educação cabe de 1 a 100 anos. Não duvidem!

26 setembro 2006

E quem explica?

Hoje eu atendi uma mulher de 40 anos que era professora de yoga, fazia caminhadas regulares, sempre foi vegetariana e adepta das comidas orgânicas e naturais (desde os 15 anos), nunca bebeu, nunca fumou, não é diabética, nem obesa ou hipertensa, mas... ENFARTOU!
Vocês têm noção? Ela não tinha NENHUM fator de risco, nem historia familiar! A primeira coisa que fazemos com um paciente enfartado é uma mudança de hábitos. Mas essa mulher já tem os hábitos mais saudáaveis que alguém pode ter, além de ser jovem.
Nessas horas, a gente pensa:
já que é pra morrer enfartado, que a gente morra comendo picanha com cerveja!